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Software israelense usado no caso Henry é utilizado pelos peritos da PCDF desde 2013

Ferramenta fundamental usada durante a apuração do caso Henry Borel, também é utilizada pelos peritos criminais do Instituto de Criminalística da PCDF. A corporação conta desde 2013 com a ferramenta de perícia digital israelense, a Uffed, da fabricante Cellebrite.


O dispositivo permite acessar fontes de dados de celulares ou computadores, recuperar mensagens ou imagens apagadas em qualquer equipamento eletrônico, como os celulares que foram apreendidos com a mãe Monique Medeiros e do padrasto Jairo Souza - Dr. Jairinho - acusados de matar Henry de apenas 4 anos no Rio de Janeiro.


Assim como na investigação da morte de Henry Borel, o software Uffed foi utilizado durante a operação Lava Jato, em várias de suas fases. No Brasil poucos departamentos de perícia criminal contam com o programa, que é de uso exclusivo de forças de segurança. Atualmente a PCDF se prepara para adquirir a versão premium, que possui mais funcionalidades.


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