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Esmeraldas, rubis e diamantes. Saiba como a PCDF faz perícia em joias apreendidas com criminosos

Usadas para pagamentos de dívidas e, sobretudo, na lavagem de dinheiro, as pedras preciosas estão cada vez mais presentes em operações policiais no Distrito Federal. Reconhecer a autenticidade e estimar o valor econômico são medidas cruciais para a investigação e o processo judicial. Na capital federal, a Seção de Merceologia Forense do Instituto de Criminalística (IC) é a responsável por periciar as gemas.

Nos últimos meses, a seção fez a avaliação econômica de pedras de rubi avaliadas em US$ 144 mil. Contudo, após a perícia, foi certificado que os itens não tinham valor, eram rubis naturais. Porém, completamente opacos.

O trabalho dos Peritos Criminais é especializado e cercado de detalhes. Cor, brilho, tamanho, grau de transparência e lapidação das pedras são os fatores cuidadosamente verificados e registrados em laudo, por ano, são analisadas cerca de 500 pedras preciosas na seção.

Após uma série de testes, o Perito Criminal é capaz de determinar com precisão qual é a pedra em questão, passando em seguida a fazer a avaliação do lote, que levará em conta, entre outros fatores, o valor de mercado da pedra, sua coloração, grau de pureza da pedra, além do tamanho e da forma.

Fonte: metrópoles



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