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DF se tornou centro logístico para o trafico de animais

Entre os anos de 2016 e 2020 o Instituto Criminalista (IC) da Polícia Civil do Distrito Federal realizou 4.591 perícias envolvendo ocorrências ambientais.


Segundo o levantamento feito pela Seção de Engenharia Legal e Meio Ambiente (SELMA), os exames envolvendo fauna representam cerca de 34% da área ambiental da corporação. Somente em 2020, o Instituto de Criminalística apurou quase R$ 30 milhões em multas por danos ambientais. Segundo a SELMA, o valor é originado de 128 laudos de crimes do tipo. Com o aumento da demanda, foi necessário criar a equipe especializada dentro do Instituto, com seis peritos criminais, quatro biólogos, um engenheiro florestal e um agrônomo.


Desde setembro de 2019 no Instituto de Criminalística, o perito Giancarlo Chellotti afirma que a SELMA costuma receber mais ocorrências de tráfico de animais silvestres, pois Brasília é um ponto bastante utilizado por estar no centro do país.


De 1º de janeiro a 30 de abril deste ano, a SELMA notificou 153 casos de crimes ambientais no DF. O maior número de perícias foi relacionado ao parcelamento irregular do solo: 56 no período analisado. Depois, vêm os casos de crime contra a fauna: 41. As irregularidades vinculadas à flora ficam em terceiro lugar, com 33 ocorrências registradas pelos profissionais.





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